
E eu não consigo mesmo parar de ouvir...Mardy Bum, Arctic Monkeys (britpop, alternative rock).
Quando eu era mais nova, eu e meu irmão tínhamos mania de interpretar letras de música. Nossas favoritas eram do Legião, justo quem...E na época não acessávamos internet, então imaginem interpretar o insano Renato Russo sem 0 apoio do Google ou sites relacionados! Era loucura total, mil suposições, mil viagens. Eu adorava e até hoje tenho mania de pegar aquela música que eu adoro e tentar encaixar com alguma coisa que está acontecendo na minha vida. Por isso que acho a música essa arte perfeita, pessoal e universal. Um cara vai lá, coloca o que está sentindo no papel e, do nada, você liga o rádio e está sentindo o mesmo que ele, aquele sentimento se encaixa (com alguns ajustes imaginários) perfeitamente com o seu momento. Incrível! Ou somos mesmo todos iguais...O que será?
Mardy Bum não se encaixa muito no meu momento, mas sim comigo. Ele fala sobre sua garota que é mimada (mardy bum, deve ser um termo de vovó) e que quando quer ser chata, consegue insuportavelmente ser. Argumentativa, caras péssimas de mau-humor, uma coisa que não parece ter fim. Mas ela tem seu lado bom também, só é quase impossível se lembrar dele nesses momentos alucinados.
E aparentemente não sou só eu que me enquadro, Mardy Bum é ainda a música mais adorada entre os fãs do Arctic Monkeys. Tem um ritmo perfeito, meu "drunk dancing".
Quando eu era mais nova, eu e meu irmão tínhamos mania de interpretar letras de música. Nossas favoritas eram do Legião, justo quem...E na época não acessávamos internet, então imaginem interpretar o insano Renato Russo sem 0 apoio do Google ou sites relacionados! Era loucura total, mil suposições, mil viagens. Eu adorava e até hoje tenho mania de pegar aquela música que eu adoro e tentar encaixar com alguma coisa que está acontecendo na minha vida. Por isso que acho a música essa arte perfeita, pessoal e universal. Um cara vai lá, coloca o que está sentindo no papel e, do nada, você liga o rádio e está sentindo o mesmo que ele, aquele sentimento se encaixa (com alguns ajustes imaginários) perfeitamente com o seu momento. Incrível! Ou somos mesmo todos iguais...O que será?
Mardy Bum não se encaixa muito no meu momento, mas sim comigo. Ele fala sobre sua garota que é mimada (mardy bum, deve ser um termo de vovó) e que quando quer ser chata, consegue insuportavelmente ser. Argumentativa, caras péssimas de mau-humor, uma coisa que não parece ter fim. Mas ela tem seu lado bom também, só é quase impossível se lembrar dele nesses momentos alucinados.
E aparentemente não sou só eu que me enquadro, Mardy Bum é ainda a música mais adorada entre os fãs do Arctic Monkeys. Tem um ritmo perfeito, meu "drunk dancing".
2 comentários:
Mizinha...
Eu tinha certeza que o Du era Gay...é a cara dele querer interpretar o Renato Russo...hahahaah
Bjossss
Lee
Mi adorei seu blog...
Gostei do texto sobre o retrato de Dorian Gray, nada chato, pelo contrário.
Beijos....
Dri.
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